A Eletroacupuntura representa um salto tecnológico na medicina tradicional. Enquanto a acupuntura manual utiliza o estímulo mecânico da agulha, a eletroacupuntura utiliza microcorrentes elétricas para potencializar a comunicação com o sistema nervoso.

No Hospital Universitário de Brasília (HUB), a Dra. Gabriela Rodrigues (CRM 27854/RQE 24315) utiliza esta técnica para casos onde a dor crônica já se tornou resistente aos tratamentos convencionais, aplicando o rigor científico aprendido no HC-FMUSP.

O que é a Eletroacupuntura?

A técnica consiste em conectar pequenos eletrodos às agulhas de acupuntura já inseridas no paciente. Esses eletrodos emitem uma corrente elétrica pulsada, de baixa intensidade, que pode ser ajustada em frequência e largura de pulso para atingir diferentes objetivos terapêuticos.

Como ela atua no sistema nervoso?

Diferente da técnica manual, a eletroacupuntura permite um estímulo contínuo, rítmico e mensurável.

  • Baixa Frequência (2-10 Hz): Estimula a liberação de endorfinas e encefalinas (nossos opioides naturais) que têm um efeito analgésico duradouro.
  • Alta Frequência (80-100 Hz): Estimula a liberação de dinorfinas, sendo mais eficaz para bloqueios rápidos de dor aguda e processos inflamatórios.

Quando a tecnologia é indicada para Dor Crônica?

A eletroacupuntura não é necessária em todos os casos, mas é a primeira escolha em situações específicas:

1. Dores Neuropáticas Graves

Casos como a Neuralgia Pós-Herpética, Neuropatia Diabética ou dores após lesões nervosas respondem melhor ao estímulo elétrico, que auxilia na "recuperação" da sinalização nervosa correta.

2. Fibromialgia e Sensibilização Central

Em pacientes onde o sistema nervoso está "hipersensível", a eletroacupuntura ajuda a modular os centros de dor no cérebro, elevando o limiar de dor de forma mais robusta que a técnica manual.

3. Contraturas e Espasticidade Muscular

Para atletas em Brasília ou pacientes com sequelas neurológicas, a corrente elétrica promove um relaxamento muscular profundo, agindo diretamente nos pontos-gatilho (trigger points) que estão "travados".

4. Dor Oncológica e Poliartralgia

No setor de oncologia do HUB, a Dra. Gabriela utiliza a eletroacupuntura para oferecer um alívio mais potente em pacientes que já utilizam medicações analgésicas fortes e precisam de uma estratégia complementar eficaz.

Diferenciais da Dra. Gabriela Rodrigues: Ciência e Precisão

A aplicação da eletroacupuntura exige conhecimento médico profundo de eletrofisiologia para evitar desconforto ou riscos.

  • Padrão USP: A formação no Hospital das Clínicas da USP permite que a Dra. Gabriela utilize aparelhos de última geração com protocolos validados internacionalmente.
  • Segurança Total: Como médica, ela avalia contraindicações importantes, como a presença de marcapassos ou próteses metálicas próximas ao local do estímulo.
  • Ajuste Individualizado: Cada paciente em Brasília recebe uma "receita" de frequência e intensidade específica para o seu tipo de dor, garantindo um tratamento personalizado.

Benefícios em relação à Acupuntura Manual

  • Maior Potência Analgésica: O efeito costuma ser mais rápido e intenso.
  • Menos Manipulação da Agulha: O aparelho faz o trabalho de estimulação, o que pode ser mais confortável para pacientes sensíveis.
  • Objetividade: É possível medir exatamente o estímulo que o paciente está recebendo.

Tecnologia a serviço do seu alívio

A eletroacupuntura é uma ferramenta valiosa na Medicina da Dor moderna. Se você sofre com dores crônicas que não melhoram com tratamentos comuns, a tecnologia aliada à acupuntura médica pode ser a chave para sua recuperação.

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